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quarta-feira, 14 de julho de 2010

Capitulo 23: O jantar

Pessoal, antes de iniciar o capítulo venho referir: que todos os blogs continuam abertos são meus, são escritos por mim.
Sonho impossível e Busca da paixão (estes blogs foram adaptados para Zanessa), sendo que estes livros não eram meus, como sempre referi .
Estes dois blogs, já estão apagados.
Para quem tiver orkut, eu crie uma comunidade, quem quiser aderir, está aqui o link: http://www.orkut.com/Main#Community?cmm=104090318
Nesta comunidade, já postei a “empregada” versão Zanessa. Pois para as pessoas que não conseguirem ler em versão Jemi, aqui vão ter oportunidade em ler versão Zanessa. Mas de qualquer maneira quando estou a escrever ou criar a História estou a pensar no casal Zanessa…huahaau. Por isso eu percebo-vos.
Eu estou pensar adaptar esta história “O noivo”, quando acabar para versão Zachary. O que acham?
Bem, vou parar de comunicar, pois eu falo muito e o que vocês provavelmente o que querem a ler o capitulo…

Escritora: Cristy (eu mesma)
“Acho que o Zachary enxergou que eu não tinha entendido nada que o empregado acabara de proferir, pois ainda ecoava nos meus ouvidos a gargalhada que ele tinha mandado.”
(….)
Já estávamos a jantar, depois de sensivelmente uma hora a espera da refeição, nessa uma hora, não tínhamos pronunciado nenhuma palavra, só nos limitamos a olhar um para outro.
Eu estava a reflectir em tudo que eu passara na minha vida, neste momento só queria ser como a bela adormecida, estar num sono profundo e estar alheia ao que se passara a minha volta, e de um momento para outro receber um beijo do meu grande amor e acordar com esse beijo automaticamente delicioso e no final do beijo estar escrito “Fim” e viveram felizes para sempre. Lembro-me de o meu pai dias antes de falecer proferiu uma frase que na altura me deixou inquieta, mas essa frase neste momento se destina perfeitamente a Zachary, só espero que ele consiga abrir os olhos em relação a minha mãe.
Aquela frase que o meu pai proferiu naquela altura, eu anteriormente não conseguira obter o significado dela mesma:
“Se uma mulher tem brilho nos olhos, nenhum homem irá reparar se ela tem rugas em volta deles.” Dolores Del Rio
Mas agora esta frase provavelmente fazia sentido, o meu pai conseguiu perceber como era a minha mãe.
Mas apesar de tudo, deixou – lhe metade da herança isso era muito estranho. Completamente estranho.
-“Comes a sobremesa, antes do jantar” – interrompeu ele os meus misteriosos pensamento e depois aprontou um esbelto sorriso e depois acrescentou - :”Acho que nunca vi ninguém como tu”.
A minha resposta foi como o despertador, quando o colocamos a despertar automaticamente:
-“Só quando estou nervosa” – ele gargalhou, os olhos azuis dele começaram a reluzir, eu fiquei mais nervosa com aquele actual olhar.
-“Eu deixo-te nervosa?” – interrogou ele, depois de ter acabado com gargalhada que ele mandara.
(Autora Cristy: Que raio de pergunta é esta, claro que sim)
-“Si…” – interrompi-me logo eu já ia referir a resposta menos adequada `Sim` - “Si…nto-me simplesmente nervosa, por estar neste lugar tão amistoso, eu nunca tinha estado neste conceituado lugar e ainda por cima muito dispendioso”. O meu sorriso foi elaborado para ser falso. Nunca tinha sorrido tão falsamente como naquele momento.
-“É normal o teu estado de nervosismo” - eu bufou e acrescentou – “Eu, provavelmente se tivesse num sítio como este pela primeira estaria nervoso, tal e qual como tu” – e demandou um dos sorrisos mortais, aquele sorriso presumivelmente mata qualquer pessoa.
O nosso olhar, neste precioso momento centrava-se um no outro, ele sorria com uma expressão engraçada.
Será que eu tinha alguma sujidade na minha face? Era pergunta que eu colocava a mim mesma. De um instante momento ele, questiona-me.
-“Queres vinho?” – Eu acenei que não, com a minha cabeça e acrescentei:
-“Eu não posso beber.” – sorri e depois continuei - “Sou menor”. Eu reparei que os olhos que anteriormente estavam alegres ficaram tristes de ímpeto e depois comunicou:
-“Ah…e verdade tinha me passado isso ao lado, eu tenho péssima memória”. – referiu ele sem expressão nenhuma no rosto.
O silêncio tomou conta do lugar.
Quando estamos quase a finalizar este adorável jantar, ele faz-me uma questão:
-“Na praia que musica era aquela que tu estavas a cantarolar….como se designava mesmo?”
Eu fiquei nervosa, muito nervosa…os meus braços suavam de repente, será que ele tinha percebido o significado daquela audaz canção.
-“Borboleta voe longe” (ps: Butterfly fly away) - eu passei uma das minhas mãos pelo meu cabelo, eu estava suar….eu temia o que ele fosse a pronunciar a seguir.
-“Quando estavas a cantarolar aquela música, fizeste-me recordar de objecções que eu já tinha esquecido” – eu automaticamente arregalei os olhos em direcção aquele homem. Eu agora fiquei preocupada.
-“Que objecções?” – Eu queria saber, eu acima de tudo eu era muito curiosa.
Se a curiosidade mata-se alguma pessoa. Eu de certeza já estaria morta – reflecti eu mentalmente.


- “O meu pai” pronunciou ele com tom melodramático, eu fiquei preocupada, eu tivera a oportunidade de visualizar aqueles olhos sem razão de viver.
-“O que aconteceu com o teu pai”- eu dei uma pausa e acrescentei meia tresloucada – “Quer dizer como é que ele faleceu”. – eu não obtivera resposta dele, mas eu o entendia. Pois passara pelo mesmo.
-“Sida, ele morreu de sida” – respondeu, ele passado notavelmente três minutos, eu fiquei horrorizada. Zachary teve um passado um pouco tristonho.
1º A mulher deixou para ficar com o amante, ela morre num acidente de viação
2º O pai morre devido a doença imortal: Sida.
Mas havia uma objecção que me escapara nesta história, eu lembro-me de recente a minha mãe me referir quando estávamos a tratar de um pequeno e audaz assunto sobre o Zachary, sobre a paternidade de Dylan.

“Temos que nos fazer a vida Vanessa, mas por acaso foi mais fácil conquistar Zachary do que o teu pai, e Zachary é mais velho do que o teu pai quando eu me casei com ele. Zachary, com a experiência de vida que tem, ele devia ter mais cuidado e prevenir-se das mulheres que trás para casa, mas olha acho que nos 35 anos de existência dele, não sofreu nenhuma amargura de vida, poderá com o dinheiro que ele tem”

Será que ela sabia, dos acontecimentos que ele acabara de proferir? Esta pergunta ecoava na minha mente.

Mas se Zachary e Gina se ia casar provavelmente ela devia saber. Eu estava totalmente desorientada a minha mente estava num turbilhão de sentimentos.
De qualquer maneira, ainda não tinha desistido da ideia, que me apoderei de manhã, que era ir-me embora e voltar para o meu Pais. O pais que eu e o meu pai abrotamos.
-“Ele lutou muito, para conseguir combater esta doença, mas não conseguira, a doença foi mais forte do que ele” – acrescentou ele clareza. Interrompendo assim a minha linha de pensamentos.
-“Quando é que ele falecera?” – Sondei eu. Ele arregalou os olhos e mencionou.
-“Há cerca de dois anos” – Foi recente, apesar de eu estar a sentir a mesma dor que ele sentira, mas pelo meu pai.

Pessoal, o capítulo era para ser maior, até tenho umas ideias, eu provavelmente postarei amanhã:) já estou de férias.
Já respondo aos vossos comentários:)

domingo, 11 de julho de 2010

Noticia boa:)

Eu tive a ler vossos comentários e com apoio enorme que tenho recebido dos meus amigos da net, que foi enorme. Muito obrigado a todos, o post anterior vou elimina-lo.

Eu quero desde ja deixar ciente, que as criticas nao me deitaram a baixo, se é esse vosso objectivo é deitarem-me abaixo nunca conseguirão...por isso desde ja vos digo que os meus blogs continuarao intactos, quer dizer que continuarei a postar aqui, quem nao gostar carregue naquela seta ali em cima cujo o sinal e um X e adeus...pois pessoas que nao gostam deste blogs, ou que estao a destruir blogs, so entendo por uma coisa "nao gostam de zanessa".

Qualquer critica ofensiva que me derem o comentario será automaticamente destruido, se querem criticar podem criticar, mas so pessoas que habitualmente comentam o meu blog ou blogs....

Pessoal para quem tem orkut, isto é uma comunidade que eu criei, nesta comunidade irei postar previas de capitulos, um breve resumo da minha nova história versao zachary, entre outras objecções.

http://www.orkut.com/Main#CommMembers?cmm=104090318

Espero que possam aderir a comunidade:)

Beijos e obrigada a toda a gente que me apoiou:)

Ps: continuarem a postar aqui, e toda a gente vai ter acesso a todas as postadelas:)

E ja agora muito obrigado as pessoas que criticam, normalmente quando estou mais irritada, e quando faço mais rapido o capitulo, sendo assim tenho ja quase o capitulo da "empregada" feito e deste blog tambem :)

Viva a liberdade de expressão (huabhauah).

Anónimo:

Olá:)
Antes de mais, eu sempre disse que a busca da paixão era escrita por Michelle reid, se tu não vistes o problema é teu. De qualquer maneira eu já apaguei todas as postagens daquele blog.
E também do sonho impossível, esse blog também não era meu, como referi sempre.

De resto, todos os blogs são meus, mas se tiveres alguma questão a colocar, pergunta.
O noivo - meu
A empregada – é meu
Debates Zanessa – é meu
Romances variados – é meu
Paixão do continente – é meu

Ps: Agora, e que eu já percebi, porque é que os blogs que eu gostava, alguns autores eliminaram as suas postagens, principalmente blogs que sabia perfeitamente que o blog não era deles, pois eles sempre referiam que os blogs não eram deles.

E já agora se ias denunciar alguns blogs de outras blogueiras e também o meu, eu tenho direito de saber o teu nome.
Pois e fácil acusar as pessoas pela calada, mas se fores mulher que és, pelo menos tenho direito de saber o teu nome.

Obrigado pela atenção e peço que respondas ao comentário:)

sábado, 10 de julho de 2010

De onde tudo surgiu:)

Esta composição escrevia quando tinha 12 ou 13 anos, andei a fazer uma breve pesquisa e encontrei esta, escrita por mim…e foi nesta composição que me baseai para escrever esta história “O noivo”.
Mas sinceramente, eu não sei a onde e que foi buscar originalidade para escrever isto…
Se virem bem, a minha escrita manteve-se a mesma, desde os meus 12 e 13 anos (huahaua)

Composição tema livre:
“O amor impossivel”
Eu não sou perfeita, mas ninguém o é….Eu nunca me apaixonei por ninguém, como desta forma tão intensa e brusca, nunca! Provavelmente este é o meu primeiro e grande amor.
E se vivesse um amor impossível? Isto já me aconteceu comigo.
Eu sou uma menina normal….sou feia? Sim! Apaixonei-me pela pessoa errada mas quem nunca se apaixonou e depois se arrependeu internamente.
Sabem, o que é sentir que o vosso pai vos abandonou para sempre e depois apaixonar-vos pela novo namorado da vossa mãe. E esse amor por cima não ser correspondido…
Mais tarde descobres que podes ter hipóteses, e crias ilusões que não existem …
Ver a pessoa que mais amas a beijar a mulher que tem tornado a tua vida num inferno, apesar de ser tua mãe.
Castigada, humilhada…por ela. Não poderes disser nada a ninguém pois toda a gente se irá virar contra ti, principalmente a mulher que te criou.
Apesar de tudo que ela fez, continuares a amar.
Choras, sofres, isolaste. Mas sabes sempre que ainda tens um futuro, principalmente quando ela casar-se com homem que amas, terás acesso a toda a fortuna que herdaste do teu falecido pai.
Assim nunca mais iras ver a tua mãe nem ele, o homem que palpita o teu coração noite e dia.
Nunca saberás o final desta história, pois nem o mesmo saberia escrever um final de um amor impossível.
Mas mesmo assim, o final, é como nós queremos que seja escrito, podemos escrever um final mas esse mesmo será escrito como nós queremos, mas na realidade esse final nunca poderá acontecer.

Fim!!!
Atenção: esta composição, não tem nada haver comigo (huahua). Eu nao me apaixonei pelo namorado da minha mae....E o meu pai ainda esta vivo :)
Mas eu vou escreve-lo o final, nao se preocupem (huahaua)

Nota na composição: Satisfaz bem ….
Obrigado professor, que avaliou (huahaua).
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Pessoal, comentem o capitulo 22...nem que seja anonimo ainda so tenho seis comentarios...estou triste:(

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Capitulo 22


Antes de mais não podia postar, sem desejar o feliz aniversario a minha amiga e querida Joyce. Eu fiz este capítulo, para ti. Espero que gostes do capitulo.
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“Se calhar é melhor irmos para casa? – pronunciou ele, eu acenei que sim com a cabeça.”

(…)

Durante o trajecto de volta para a mansão de Zachary, a minha barriga começou a confeccionar sons invulgares, ele parou instantaneamente e fitou-me com os seus deliciosos olhos azuis.
-“Estás com fome?” – pronunciou ele, no meio da rua de Roma.
-“Um pouco” – proferi eu, sem pensar antes na resposta que eu iria dar. Ele pegou na minha mão ao pequeno toque dele eu retrai-me, afastando a minha mão da dele.
Eu não queria nenhum contacto com ele, eu sabia que ele tinha o poder claro de destroçar o meu coração em pedaços pequenos, e depois quem voltaria a repor esses mesmo pedaços outra vez no mesmo lugar. Resposta: ninguém, esse ninguém pronunciei em voz alta, sem me ter apercebido que eu tinha proferido essa frase em tom alto. Eu só reparei que ele arregalou os olhos e repetiu a mesma palavra que eu dissera.
-“Ninguém?” isto soou uma pergunta, o que é que explico agora.
-“Ninguém é um pronome indefinido substantivo.” - Ele gargalhou eu sorri abertamente e depois ele pronunciou:
-“Eu sei o que significa `ninguém` na gramática portuguesa” e depois abafou um indescritível sorriso - “mas acho que não referiste “ninguém”” – ele fez as aspas com as mãos e continuou – “só para me explicares que era um pronome”. – eu fiquei a pensar, nunca lhe diria a verdade.
-“Bem, estava a pensar em objecções que não devia estar a pensar e acabei por referir ninguém, mas já não me lembro quais eram os pensamentos que eu estava a cogitar anteriormente” – ele arfou um sorriso de leve e acrescentou:
-“Hum…também” – e fitou-me com aqueles olhos lindos e depois acrescentou: “ Olha estas a ver aquele restaurante ali mais a frente” – ele apontou com o seu dedo - “Serve comida absolutamente deliciosa” – ele fez uma pausa – “Queres ir acolá jantar?” – interpolou ele, eu reparei que ele estava receoso pela minha resposta.
-“Tu e eu?” – interroguei sem ao mesmo ter dado conta daquilo que acabara de argumentar.
Ele a levantou o olhar e vi que ele estava triste, amargurado e depois questionou:
-“Porque algum problema, de vires jantar comigo?” – claro que não, seria uma honra pensei eu mentalmente, só há um senão provavelmente a uma pessoa que não iria gostar disto, pois e que pessoa.
-“Não. Mas se calhar a min…” – interrompi logo, já ia proferir ´a minha mãe` - “Dona Gina, não vai gostar muito”- eu sorri envergonhada e abaixei os olhos ele estava-me a olhar fixamente.
-“Mas de qualquer maneira, vamos jantar” – ele passou a sua mão direita pela sua barriga e proferiu – “Pois ambos estamos com fome” – eu simplesmente não podia ir jantar com ele.
-“Mas nós estamos pertíssimo da tua mansão”- e fiz uma pequena pausa e acrescentei com ênfase – “por isso não vale a pena, ires desembolsar dinheiro, já que o jantar na mansão já esta pronto, antes de vir para a praia deixei tudo pronto” – ele demandou um sorriso, e ficou um pouco pensativo. Nós continuávamos parados, sem reclamar ou proferir algo. Mas depois ele alegrou-se como tivesse tido uma ideia fora do comum.
-“Não, és tu que queres ser uma cozinheira?” – eu abanei a minha cabeça como gesto de confirmação a pergunta que ele me colocara e depois continuou – “se tu queres ser cozinheira, tens que conhecer todos os tipos de comida existente, sendo assim, tens que jantar aos restaurantes que provavelmente um dia serão teus concorrentes no mercado” – realmente ele tinha razão.
-“Mas esse sonho que eu tenho nunca irei ter oportunidade de realizá-lo” – ele gargalhou e depois ele acumulou:
-“Nunca se sabe o futuro, Vanessa” e passou a sua mão pela minha face, ao pequeno toque dele, senti o meu corpo a tremer e depois ele acrescentou – “ Para a maioria de nós, o passado é um lamento, o futuro é uma experiência." (Mark twain).
Eu estava a pensar naquilo, que ele acabara de proferir, sem dar conta ele começa-me a puxar pelo meu ombro até ao restaurante, eu tentava me retrair, mas não consegui.
Quando alcançámos o restaurante, mais precisamente quando já estávamos dentro deste lindo edifício, eu reparei em todos os pormenores daquele restaurante esbelto.
O restaurante era moderno e aconchegante e o mais harmonioso que eu já vira, muito mais harmonioso do que aquele que trabalhava anteriormente “restaurante Bengal Tandoori”. Por incrível que parecesse.
Um empregado veio ter logo ao pé de nós e proferiu em italiano, era nestes momentos que idolatrava a ideia de ter um tradutor ao meu lado, pois não compreendo o que o empregado dissera.
-“Buona notte signore e la signora”- ele engasgou-se. - “In tale tabella vuole sedersi?” (tradução: “Em que mesa desejam sentar-se?”).
-“In ogni” (tradução: Em qualquer uma).
Eu realmente só entendi a primeira frase dita pelo empregado, ele proferiu algo como: `Boa noite senhor e senhora’.
Zachary, pegou na minha mão e entrelaçou a dele, eu tentei soltar-me, mas a minha tentativa de fuga foi em vão.
O empregado começou a caminhar e nós seguimos os movimentos dele, até chegarmos a uma mesa lindíssima, nessa mesma mesa estavam velas acesas.
Ele (Zachary) puxou-me a cadeira para eu me assentar eu reverencio homens que sejam conservadores, e logo no momento que se sucedeu ele sentou-se no lado oposto na mesa, assim estávamos frente a frente, os nossos olhos visualizavam – se.
-“Già sanno quello che vogliono mangiare?” (tradução: Já sabem o que querem para comer?). – Interrompeu o empregado, o nosso momento, eu arregalei os olhos, não tinha entendido o que ele acabara de proferir. Acho que o Zachary enxergou que eu não tinha entendido nada que o empregado acabara de proferir, pois ainda ecoava nos meus ouvidos a gargalhada que ele tinha mandado.

Continua….

Espero que tenham gostado do capitulo…Joyce o que achaste do cap?
Bem, eu venho disser que só postarei quinta-feira, para a próxima semana, pois chumbei no exame, e vou ter que estudar para a segunda fase que será dia 14 deste mês.
Peço desculpa a toda a gente, mas primeiro está os meus estudos e o meu futuro.

Comentários:
GHudgens:
olá:) claro que sim…italiano, ate e fácil (huahau). Eu aprenderia falar italiano so para conhecer o zachary (huhauaah). Beijokas:)
Próximo capitulo…12 comentários:)

quinta-feira, 8 de julho de 2010

happy birthday Joyce:)

O meu plano inicial era tentar postar, e dedicar-te o capitulo, mas nao consegui fazer isso, simplesmente ultimamente ando sem originalidade e sem tempo.

Mas antes, de mais quero te desejar um feliz aniversario joyce.
Amanha postarei, por isso aquele capitulo, sera integralmente dedicado a ti (huhaua), e um bocado tarde, mas espero que gostes do capitulo.

Não tenho muito jeito para palavras, mas espero que realizes todos os teus sonhos e projectos.

Te adoro Joyce:)

domingo, 4 de julho de 2010

Rita:

Oia:) Eu também adoro viver em Portugal…hauaha. é tipo, Portugal até fixe..hauhas. Em relação ao Cristiano Ronaldo, eu vi aquela noticia, eu fique pasma.
Conversa entre mim o meu pai:
Eu: “Viste a noticia do Cristiano Ronaldo que vai ser pai?”
Pai:” Coitada da criança”
Eu: huahsaush.

Eu não gosto nem desgosto do Cristiano Ronaldo, eu acho que na minha opinião como ele é rico ele devia ajudar mais pessoas que precisam.
Eu também adoro cenas hots, mas escrever uma e complicado, acho que vou ver o filme sobre isso (tou a brincar)huashuas. Provavelmente a cena hot será no capitulo 24 ou 25 e sim é entre as pessoas que estas a pensar..huahs.
Em que ano andas? Eu ando no 12º ano, amanha já o concluo, vou apresentar o meu trabalho de projecto (estive a estudar para isto durante a tarde toda). Nem vi crepúsculo que deu na televisão por causa disso..afff. Gostas de crepúsculo?
Beijokas

Ps: respondo via comentário…depois. huashau.